Thanksgiving nos Estados Unidos é como o Natal: feriado religioso, tudo fechado, todo mundo de folga até 2a feira… e dia de comer peru. Eu não tenho lá tanta intimidade com o prato, nem vontade de ficar horas na cozinha, e muito menos gente pra comer aquilo tudo comigo. Solução: almoçar fora.
Minha opção número 1 é por um bom churrasco brasileiro. Aqui em Los Angeles há várias churrascarias, mas uma barra as outras de 1000 a 0: Fogo de Chão. A comida é tão boa quanto uma comida no Brasil (porque no exterior nunca é a mesma coisa – eles tentam adaptar a comida do paÃs de origem à cultura local). E a Fogo de chão é uma das melhores que conheço.
O tratamento é até melhor que no Brasil. Seu prato não pára vazio 1 minuto. Eles repõem os acompanhamentos cada vez que chegam à metade e só as melhores carnes são servidas. Esse é sempre o problema que encontro em qualquer churrascaria. Eu só gosto de picanha. Até como filé mignon e alcatra, mas eu vou à churrascaria pra comer picanha. Então, não quero que fiquem trazendo porco, costela ou cupim, por exemplo. E aqui eles sabem disso.
Só tem um problema: o preço. Hoje a conta para 2 pessoas foi $130. Isso sem nem tomar vinho ou mesmo 2 bebidas sequer. No jantar é o dobro. E pra falar a verdade, não sei como alguém consegue comer aquilo no jantar… Fomos no almoço e estou estourando até agora… Mas nos Estados Unidos a tradição não é ter uma grande refeição no almoço, e sim no jantar. Ainda bem que o Gordon concorda comigo.
Mas então… Ah, é Thanksgiving! Dia de agradecer por tudo. E hoje, até meu estômago agradece.
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