Sep
3
Estou agora na sala VIP to aeroporto JFK, em Nova York, pronta pra embarcar para a China. Cheguei de limusine, com motorista particular e tudo. Fiquei 4 dias no Marriot da Times Square, em Manhattan. E o detalhe é que não estou nadando em dinheiro… Mas tive dias aqui de rainha – rsrsrs
Calma, calma, que não vou deixar isso tudo passar em branco. Vou contar tim-tim-por-tim-tim. Tive que conciliar tanta coisa que acabei não tendo tempo de escrever regularmente… Quando o dia terminava, eu mal caía na cama pra dormir…
Mas não vou começar essa estória de trás pra frente. Abaixo, vou escrever em ordem cronológica desde o dia em que saí de Los Angeles, na quarta-feira à noite. E já adianto uma coisa: NY é incomparável.
Aug
31
NY com criança é outra coisa
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Estamos com a sobrinha do Gordon, de 3 anos. Então, estamos sempre tentando encaixar no calendário atividades também para crianças pequenas. E nossa! Estou descobrindo uma outra NY!
Hoje, queríamos ver a cidade de cima, e em vez de ir ao Empire State building, descobrimos um outro mirante inaugurado há pouco tempo: o mirante do Rockefeller Center. A visão é linda, já que ele fica entre o Empire State e o Central Park. No Empire State tinha a vantagem de ver o World Trade Center, mas agora, é ótimo ter um lugar pra ver o próprio Empire State.
Isso sem falar na fila. No Empire State chega a demorar horas pra conseguir subir. Já no Rockefeller Center, como pouca gente ainda sabe, você chega e vai na mesma hora. E o elevador já vale a viagem. Assim que você entra, apagam as luzes e você pensa que acabou a energia. Mas aí ligam os néons e você vai como se fosse num túnel, muito legal! Como o teto é transparente, você vê toda a subida, que é cheia de efeitos especiais.

A pequena Olivia, minha sobrinha, tentando abrir o vidro de proteção pra ver melhor a paisagem. rsrsrs - Tadinha… não tinha a menor noção que a gente estava a centenas de metros de altura… Read more
Aug
31
A Disney dos eletrônicos
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Começamos o dia indo a uma das maiores (se não for a maior) loja de eletrônicos de NY: a B&H. Você não tem noção do que é aquilo. Imagina um parque de diversões, com carrinhos passando de um lado para o outro, fila para todas as atrações e muuuuuuuita gente. É exatamente isso. Só não tem o calor.
É o seguinte: há setores de câmeras profissionais, amadoras, iluminação, fotografia, áudio e por aí vai. Pra se conseguir atendimento, tem que ficar numa fila dentro da loja, que geralmente tem umas 15 pessoas na sua frente. Isso só pra chegar ao balcão. Depois, quando você compra, eles colocam a mercadoria num carrinho que percorre todos os setores da loja até chegar à saída – e só lá você pega o equipamento. É como uma trilha de trem perto do teto, cheia de pequenos vagões indo de um lado para o outro. Uma coisa de louco.

Até pra sair da loja é complicado. Read more
Aug
30
No centro da Times Square
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Estamos no Marriot da Times Square, do centro da confusão toda. O hotel, aliás, é bem tranqüilo, apesar de a Times Square estar logo ali. Vamos encontrar a família do irmão do Gordon, incluindo a filhinha de 3 anos que é a coisa mais fofa do mundo. Por trabalhar na IBM, ele conseguiu um desconto absurdo no hotel, e estamos pagando preço de 2 estrelas pra ficar em 4 estrelas. Pois é… coisas boas acontecem quando menos se espera.

O dia foi de encontrar amigos em NY. Ficamos basicamente só pela Times Square. Tem tanta coisa só ali naquele pedacinho! Pra quem não sabe, a Times Square é onde tem aqueles telões imensos e letreiros de néon em tudo quanto é lugar. À noite é um show! Você não sabe para onde olhar. Ali estão alguns dos prédios e lojas mais caras do mundo. Read more
Aug
30
Nova York com todo o estilo
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Acho que de todas as viagens que fiz, essa foi a que passou mais rápido. Nunca dormi tanto. Não vi pousos nem decolagens, só acordava praticamente com o Gordon me chamando dizendo que está na hora. O sono foi tanto que até me esqueci de desligar o celular… Voei o tempo todo com ele ligado, e pra matar a curiosidade de quem nunca fez isso, vou adiantar de uma vez que não acontece nada. Não tem sinal!!!! Aliás, a única coisa que acontece é que a bateria evapora. Eu tinha acabado de carregar antes de sair de LA e poucas horas depois, sem nem usar, já não tinha mais nada.
Chegamos no aeroporto La Guardia. E que má impressão! É como chegar no terminal 1 do aeroporto do Rio. É tudo velho! Com cara de velho! Nem parece que cheguei a NY!!!!
Do lado de fora, devia ter umas 50 pessoas na fila do táxi. E aí vem a primeira surpresa da viagem: o Gordon vira pra mim e diz “não vamos de táxi. Reservei um motorista particular”. O quê??? Pois é… e o cara chega de limusine e tudo. Read more
Aug
28
Missão cumprida. Agora sim, Nova York!
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Finalmente terminei de editar os 2 novos episódios do Brasil Explorer (Salvador e Recife) e dei uma melhorada nos 2 antigos (Rio e Tiradentes). Está tudo tão lindinho que estou até orgulhosa! Mas só Deus sabe como foi o trabalho nos últimos dias. Deixei de caminhar, almoçar fora e até de responder e-mails… Tenho mais de 1200 na minha caixa de entrada e não sei quando vou conseguir ler tudo. Mas se você me escreveu, pode ficar tranqüilo que vou dar um jeito.
Bem, mas o fato é que é hora de embarcar pra Nova York. A diferença de horário de Los Angeles até lá é de 3 horas. NY fica apenas 1 hora atrás do horário de Brasília durante o verão (e 3 no inverno), e o vôo dura 6 horas. Muita gente pensa que é perto, já que é dentro dos Estados Unidos mesmo. Que nada! É uma viagem e tanto.
Pra aproveitar o dia, escolhemos um vôo noturno. Sai de LA às 11 da noite e chega em NY às 10:30 da manhã. Isso porque tem uma escala em Cleveland, Ohio, no meio do caminho. Mesmo assim compensa. Ainda mais pra mim, que sempre durmo dentro de avião.
Mas quando cheguei neste, achei que essa seria uma missão impossível. Tinha um cheeeeeeeeiro do meu lado que estava até me deixando tonta. Era meio que um queijo podre ou sei lá o quê. Era engraçado que todo mundo ficava olhando um para o outro pra tentar descobrir quem era o fedentino. O mais engraçado foi a hora em que eu e o Gordon constatamos o fedor pela primeira vez. Um olhou pra cara do outro e começou a rir, imaginando como seria viajar a noite toda tentando dormir com um rato podre ao lado. A sorte foi que assim que o avião fechou as portas, ligaram o ar-condicionado no máximo e o cheiro se foi. Não sei se foi o ar que começou a circular ou se o sujismundo teve que se cobrir todo por causa do frio, ficando com o cheiro pra si só.
Acompanhe agora o dia-a-dia de uma jornalista na Califórnia.


