Nov
30
Depois da coletiva, fui conhecer o Museu do Boca. Nossa, os times brasileiros têm muito o que aprender em matéria de organização e sobre como ganhar dinheiro. Sei que alguns até têm museus, mas ainda não vi nenhum parecido àquele.
Eles têm um vídeo 360 graus que é um show. Tem também um paralelo da história da Argentina com a história do clube, além de todos os troféus. Este é o mais recente, o da Taça Libertadores deste ano. Embaixo estãos os nomes dos outros clubes que já ganharam, como os brasileiros mais recentes - São Paulo e Internacional.


Aí estou na Bombonera (trabalhei lá nos últimos 2 dias). Lá dentro dá pra entender porque todo mundo fala tanto da magia desse estádio. É que como a arquibancada é tão perto do campo, os gritos e as loucuras dos torcedores ficam mais evidentes.
Tudo aqui é azul e amarelo, até fora do estádio. A propósito, as cores do time foram copiadas da bandeira da Suécia, que um dos fundadores adorou. Na parede tem todos os uniformes antigos. Dá pra imaginar nos primórdios do futebol, os jogadores usando este?

Aqui tem calçada da fama e tudo. E por pensar em jogadores ilustres, um deles apareceu por lá: o Maradona. Ele sempre fala descaradamente que não gosta da FIFA, então nem cheguei perto. Meu medo era que ele fosse à coletiva e aprontasse alguma. Mas não. Só tinha ido falar com o técnico mesmo. O mais engraçado é que o tempo todo que ele estava no clube, vários canais estavam ao vivo mostrando cada passo dele. A louura por futebol aqui é 10 vezes maior que a loucura por celebridades em Los Angeles.
Saí do Boca com vários presentes que me deram. O pessoal faz de tudo para agradar! Estou tão encantada que agora já tenho meu clube preferido fora do Brasil.
Acompanhe agora o dia-a-dia de uma jornalista na Califórnia.



No comments yet.