A gota d’água foi o anestésico propofol (nome genérico do diprivan), mas o médico particular dele confessou que aplicou outros 3 sedativos diretamente na veia do cantor. Isso em menos de 10 horas. E o pior é que nada fazia efeito.
Essa é a primeira informação que vem a público sobre o resultado das autópsias de Michael Jackson, e a notícia confirmou as suspeitas iniciais.
O propofol atua diretamente no cérebro e tem efeitos anestésicos. O relatório da perícia não deixa claro se o cantor morreu de uma overdose dessa droga ou da mistura de medicamentos.
A notícia vazou para a imprensa americana depois de buscas policiais nas clínicas do médico pessoal de Michael Jackson em Houston e Las Vegas, e na farmácia onde o cantor comprava remédios aqui em Beverly Hills (aquela que aparece no fundo no vídeo).
Em depoimento à polícia, Conrad Murray disse que tratou a insônia de Michael Jackson durante as seis semanas antes do incidente. Ele aplicava diariamente 50 miligramas de propofol, mas reduziu a quantidade pela metade por acreditar que a droga não fazia mais efeito. E só adicionou outros medicamentos para que o astro conseguisse dormir.
No dia da morte de Michael Jackson, Conrad Murray confessou ter aplicado 25 miligramas de propofol às 10 e 40 da manhã, e disse que as ordens por repetidas doses vinham do próprio cantor.
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